Em primeiro lugar, é necessário estabelecer o que seria um bom relacionamento entre irmãos.
Eles não brigarem? Não vai acontecer.
Que um não bata, ou morda ou provoque o outro? Esqueça.
Não terem ciúmes um do outro? Impossível.
Gostarem um do outro? Eles se gostam com toda certeza (salvo raríssimas exceções) mas não se lembram disso o tempo todo.
Estamos falando de relacionamentos de seres humanos, normais, com características próprias e peculiares.
Não podemos confundir com o que nós gostaríamos que eles fossem. Eles são eles. Indivíduos.
Precisamos nos desapegar do mito da família feliz, perfeita, onde não há conflitos, pontos de vista divergentes defendidos a unhas e dentes (às vezes literalmente), onde todos se respeitam o tempo todo. Essa família não existe.
Há que se respeitar e aprender a conviver com as diferenças. Isso é a base de qualquer relacionamento humano.
Mas não podemos no privar da colocação de nossos valores. E mesmo que quiséssemos, não conseguiríamos. Vivemos juntos e eles aprendem, principalmente, pelos nossos exemplos. Observando.
Partindo daí como introdução, vamos às respostas.
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1. Qual a importância de um bom relacionamento entre irmãos?
2. Como essa relação pode interferir na vida de cada um deles?
3. Os pais devem intervir quando há "domínio" entre irmãos?
4. Dicas práticas sobre como agir na hora das brigas
5. Relatar aos pais o que o irmão faz ou pensa é condenável?
6. Até que ponto o ciúme entre irmãos é normal?
7. O que esperar quando um filho único perde o trono?
8. Como encarar filhos de personalidade diferentes?
9. Erros mais comuns que os pais cometem na relação entre irmãos
10. Dicas para mães que estão esperando o segundo filho